Alimenta o apaixonado
Mata e cura
E quando o amor acaba
Intensifica a loucura
Oxigênio do amante
Às vezes, a arma do ficante
Combustível da ilusão
É o gás do coração
É meu alimento diário
Até mesmo no trabalho
Ela move o sim e o não
Insistentemente impregnada
Não me deixa ficar calada
A poesia é meu clarão
Nenhum comentário:
Postar um comentário